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Símbolos de Rinópolis

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Bandeira

bandeira

Instituída pela Lei Municipal n°. 438, de 14 de abril de 1.969, tem a seguinte descrição heráldica:

Esquartelada em cruz, sendo os quartéis de azul, constituídos por quatro faixas brancas carregadas sobre faixas vermelhas, dispostas duas a duas no sentido horizontal e vertical e que partem dos vértices de um losango branco central, onde o brasão municipal é aplicado.

De conformidade com a tradição heráldica portuguesa, da qual herdamos os cânones e regras, as Bandeiras Municipais podem ser oitavadas, esquarteladas ou terciadas, tendo por cores as mesmas constantes do campo do escudo e ostentando ao centro o Brasão Municipal.

Rinópolis O Brasão aplicado ao centro de um losango representa o governo municipal e essa figura geométrica simboliza a própria cidade, sede do município. A cor branca é o símbolo da paz, trabalho, amizade, prosperidade e pureza.

As faixas que partem dessa figura geométrica, dividindo a Bandeira em quartéis, simbolizam a irradiação do poder municipal a todos os quadrantes do seu território. A cor vermelha da sobrefaixa é símbolo de determinação, intrepidez, coragem, valentia.

Os quartéis de azul, assim constituídos, representam as propriedades rurais existentes no território municipal.

O azul é símbolo de justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade

Brasão

brasaoTambém instituído pela Lei Municipal n°. 438, de 14 de abril de 1.969, observa a seguinte descrição heráldica: Escudo samnítico encimado pela coroa mural de seis torres de argente. Em campo de bláu, em abismo, um triângulo equilátero de argente, carregado de um trevo estilizado de quatro pétalas de goles. Cortando o campo em Chefe e no Termo, duas faixas estreitas onduladas de argente. Como suportes, à destra, um galho de café frutificado ao natural e à sinistra um galho de algodão florido, também ao natural, entrecruzados em ponta, sobre os quais se sobrepõe um listel de goles, contendo em letras argentinas o topônimo “RINÓPOLIS” ladeado pelos milésimos “1937 e 1944”.

O escudo samnítico, usado para representar o Brasão de Armas de Rinópolis, foi o primeiro estilo de escudo introduzido em Portugal por influência francesa, evocando aqui a raça latina colonizadora e principal formadora da nacionalidade brasileira. A coroa mural que o sobrepõe é o símbolo universal dos brasões de domínio que, sendo de argente (prata) de seis torres, das quais apenas quatro são visíveis em perspectiva no desenho, classificada a cidade representada na Terceira Grandeza, ou seja, na séde do Município. A cor bláu (azul) do campo escudo é símbolo heráldico de justiça nobreza, perseverança, zelo e lealdade. Em abismo, centro ou coração do escudo, o triângulo equilátero, símbolo heráldico da igualdade e perfeição Divina representa no brasão a feliz intuição do Cel.

Eugênio Rino, quando, nos idos de 1.927, ao ter notícias da venda da fazenda Goataporanga, mandou seus filhos e genro, Domingos Rino, Eugênio Rino Filho e Francisco Nascimento da Silva, examinarem as possibilidades econômicas da terra; é o triângulo portanto, um simbolismo da própria fazenda Goataporanga, onde mais tarde viria a florescer a cidade. O metal argente (prata) em que esse triângulo é representado, é símbolo de paz, trabalho, amizade, equidade, progresso, verdade, temperança e pureza.

O azul é símbolo de justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade
O trevo carregado sobre o triângulo é emblema de fortuna e seu florescimento assinala o marco inicial da nova povoação, lançado entre Ribeirão Itaúna e o Córrego Brí, no brasão representados pelas faixas estreitas onduladas que cortam o campo em Chefe (parte superior do Escudo) e no Termo (parte inferior do mesmo). É o trevo estilizado de quatro folhas símbolo da sorte e a cor goles (vermelho) em que é representado identifica o denodo, a vontade, a determinação do Coronel Eugênio Rino em levar avante o arrojado empreendimento; É o vermelho, símbolo da audácia , intrepidez, coragem, valentia.

Nos ornamentos exteriores, como suportes de escudo, os galhos de café e algodão apontam principais produtos oriundos da terra dadivosa e fértil, esteios da economia Municipal. No listel de goles (vermelho) em letras argentinas (prateadas), o topônimo identificador “RINÓPOLIS”, ladeado pelos milésimos “1937” de sua elevação à Distrito e “1944” de sua emancipação política.

 
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